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sábado, 20 de novembro de 2021

CRÍTICA | HOMEM - ARANHA: PERIGO É UM HOMEM CHAMADO TARÂNTULA

 Escrita por Victor Hugo Sigoli de Campos em 13/11/2021





A história é protagonizada pelo Homem – Aranha, lançada em 1974, supervisionado por Roy Thomas editor – chefe da Marvel Comics, que foi nomeado por Stan Lee dois anos antes. Nesse arco, acompanhamos o jovem Peter Parker dividindo-se entre a vida de super-herói e de garoto normal.

Peter está em uma viagem de navio com seus amigos, Mary Jane, Flash Thompson e Liz, porém, criminosos começam a atacar a tripulação. A quadrilha é liderada pelo Tarântula, codinome de Carlos LaMuerto. Ao longo da história Peter reflete sobre como sua vida se transformou após ser picado por uma aranha radioativa e, se tornar o “Cabeça de Teia”. Pensando em sua tia que se casou com um dos seus inimigos, e o assalto que está acontecendo, o rapaz está preocupado em manter todos em segurança, enfrentar os inimigos, e salvar o dia.     

A identidade secreta de Peter, o Homem – Aranha influencia e muda o seu “lado” Parker, obrigando-o a assumir responsabilidades, como proteger sua tia e seus amigos dos seus adversários. O roteiro de Gerry Conwal é infantil, enquanto a cena se desenrola e os diálogos explicam o fato que está acontecendo, e a abrangência a situações e temas diversos, levam à saturação do enredo. As onomatopeias dão sons a chutes e socos.  

Os desenhos de Ross Andru e F. Giacoia D. Hunt foram enquadrados, alternando, entre quadros verticais e horizontais, atribuindo harmonia à narrativa gráfica. Essa edição foi lançada na época em que as historias em quadrinhos nos Estados Unidos eram censuradas, a editora publicou seguindo as diretrizes impostas pelo Governo, portanto, abordagens aos temas, criminalidade, sexualidade, delinquência juvenil, eram proibidos, entre outros temas que eram contrários aos valores dos Estados Unidos.